Desembargador aponta discriminação de gênero

Após palestrar em encontro da OAB/RS no dia 13 de julho, o desembargador Francisco Rossal de Araújo conversou com o site do Tribunal do Trabalho do RS e falou sobre a discriminação por gênero, o reflexo desse problema na sociedade e o papel das empresas e da Justiça do Trabalho no enfrentamento dessa realidade.

Segundo o magistrado, o assédio moral pode atingir tanto homens como mulheres, mas a discriminação por gênero é mais evidente em relação à mulher. “As estatísticas demonstram que, em pleno século XXI, as mulheres recebem menos que os homens, inclusive quando ocupam os mesmos postos de trabalho. A discriminação por gênero ainda é uma realidade no país e ela se revela nessa questão salarial. É verdade que as mulheres vêm galgando mais postos de comando dentro do mercado de trabalho, mas ainda há um longo caminho a percorrer no sentido da igualdade completa entre homens e mulheres”.

Afirma ainda que a empresa tem a responsabilidade de proteger seus empregados. “Os direitos de cada empregado, seja homem ou mulher, deve ser preocupação constante do empregador. A Justiça Trabalhista, como órgão do Poder Judiciário, tem o papel de mostrar à sociedade, por meio das condenações, que as empresas não podem permitir que o preconceito e a discriminação tomem conta do seu ambiente de trabalho. Os magistrados também devem fazer o ajuste fino da legislação e dos parâmetros morais e éticos nos casos concretos”, destaca Rossal.

Fonte: Diap com informações do Trt/RS

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